quarta-feira, 18 de julho de 2012

Elefante com rolo de papel

Ei, que tal assistir um vídeo ou documentário
sobre os elefantes?!
Na tua cidade tem Zoo?!
Que passeio bacana para as crianças,
e na volta pra escola,
confeccionar um elefante.
Veja que bacana e muito fácil de fazer!!!
Fonte: Revista do Professor Sassá, nº 35, ano III.

Aperte uma das pontas do rolo
e fixe com fita crepe.
Encape com papel da cor que quiser.
Faça as orelhas (use simetria), e cole-as.
Detalhes com canetinha preta.
Faça um rolinho e cole como a tromba.
Cole olhos móveis ou desenhe-os.
Um charme, não?!






Leão de rolo de papel

Muito fácil de fazer e uma gracinha!!!
Fonte: Revista do Professor Sassá, nº 35, Ano III

Fiz este!!!
Amassei uma das pontas do rolo e fixei com fita crepe.
Encapei com papel laranja.
Fiz o molde, achei o da revista pequeno para o rolo que eu tinha.

Fiz a juba em papel marrom, a cara em laranja
 e usei olhos móveis.
Uma graça!!!!!






Polvo com rolo de papel

Muito engraçadinho este polvo.
Fonte: Revista do Professor Sassá, nº 35, Ano III 

Pinte um rolinho e deixe-o secar.
Depois recorte os tentáculos, que são sete
(parece que o meu polvo tem uns a mais kkkkkkk).
Enfeite com cola dimensional
e cole os olhos (usei olhos móveis, mas podem ser
desenhados como na revista).
Fica legal também orientar uma pesquisa sobre os polvos!!!

Expressões - sucata

Adorei esta idéia!!!
Expressões diferentes
para um boneco de rolinho.
Dá uma olhadinha:
Fonte: Revista do Professor Sassá, nº 35 - ano III

Agora veja a que eu confeccionei.
Usei colagem com papeis coloridos,
o riginal é desenhado e pintado com lápis de cor.
Fiz os moldes que seguem abaixo, de um guri e de uma guria.
Dobre o rolo e corte meio oval.
Encape com uma cor, cole e dobre o papel para dentro.
Corte novamente o oval com um estilete.
Aqui temos, por simetria, o vestido e o círculo base.
Recortar dois braços e duas pernas,
não esquecendo a charmosa bolsa.
Tudo colado, encape outro rolo com um diâmetro menor
que o da boneca, e cole o círculo base.
Desenhe as expressões, encaixe o rolo e gire-o.
Viu as expressões diferentes?!
Fiz estes moldes e tanto faz usá-los para
a colagem quanto para a pintura com lápis de cor.
Divirta-se!!!!



segunda-feira, 4 de junho de 2012

Festa Junina - histórico

Origem da Festa Junina

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Festas Juninas no Nordeste

Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pet - acabamento

Encontrei este blog "Sonho Lilás - dicas de artesanato", de Dagna.
Autora: Dagna é arteira e coordenadora do Sonho Lilás, faz trabalhos
com diversas técnicas de artesanato que aprende em cursos e revistas.   

Trouxe o post sobre acabamento em garrafa pet,
que adorei!!!
Dá uma olhadinha e mãos à obra!!!

Para quem trabalha com garrafas pet para artesanato sabe que ao cortar a garrafa ela fica com a borda áspera e cortante. Você pode evitar isso fazendo um acabamento para deixar a borda lisinha.
Mas antes de ensinar esse acabamento vou dar algumas dicas importantes:
  • Limpe as garrafas com detergente. Não use sabão em pedra, pois elas ficarão embaçadas;
  • Para retirar as marcas de cola use o tinner, mas também pode utilizar querosene e esponja de aço;
  • O álcool só será usado para retirar as marcas do pincel atômico. Não faça essa limpeza no momento em que estiver fazendo a perfuração ou o acabamento;
  • No corte das garrafas, sempre deixe de 1 a 2 cm a mais para fazer o acerto da peça e o acabamento.
Acabamento para garrafa pet:
1 – Antes de iniciar o acabamento, enxugue bem cada peça. Se estiver molhada, a peça poderá ficar deformada.
2 – Aqueça o ferro elétrico e coloque sobre ele um retalho qualquer de pet. Quando o retalho começar a fazer voltas, a chapa do ferro está na temperatura ideal, se ela aquecer demais irá deixar a garrafa áspera;
3 – Pegue cada peça, pressione contra a chapa do ferro e vá girando, aos poucos, até atingir o acabamento desejado;
4 – Faça o acabamento total, deixando a borda da garrafa voltar-se para dentro em cerca de 0,5 cm;
5 – Para o acabamento parcial, deixe a peça por menos tempo sobre a chapa, apenas para retirar a parte cortante.