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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Bullying

Neste último trimestre participei do curso
de Elaboração de Projetos,
 com os professores Sintian Schmidt e Elói Pistorelo,
da Secretaria Municipal de Educação.
A proposta era desenvolver um projeto aliado
às tecnologias de informação e comunicação (TICs) 
 na E.M.E.F. Vererador Marcial Pisoni.
O projeto foi elaborado coletivamente e você
poderá visualizá-lo no link abaixo:

As imagens criadas em Artes estão disponíveis no link abaixo:


Com estas imagens os alunos criaram apresentações de slides sobre bullying,
sendo que a conceituação eles trabalharam em Língua Portuguesa.
Também realizaram cartazes, painéis, mensagens, assistiram a filmes sobre a temática,
fizeram uma pesquisa, e com a tabulação dos resultados
criaram gráficos demonstrativos, produção de texto,
jogos cooperativos...
Os alunos, coordenação pedagógica e professores
que participaram do projeto empenharam-se bastante
e devo um grande obrigado a todos.
Todos os trabalhos ficaram ótimos,
 pena que nem todos consigo postar aqui.
Segue uma amostrinha: 
 
 
 
Leia algumas produções de texto realizadas em Língua Portuguesa, com a professora Tânia I. Rauber:

Bullying


É a agressão contínua, verbal ou física, sempre envolvendo as mesmas pessoas. Hoje está cada vez mais polêmico, pois ele está acontecendo diariamente em locais como escolas, sites de comunicação e até mesmo em locais de trabalho.

As pessoas que praticam bullying muitas vezes são motivadas por seus colegas (amigos). Alunos que praticam essa ação nem sempre fazem para humilhar, agredir ou ofender outra pessoa, fazem em forma de brincadeira ou até para se defender de uma agressão verbal ou física.

Os casos mais frequentes de bullying ocorrem em escolas: os xingamentos, ameaças e até a cobrança de dinheiro entre os alunos para um não bater no outro.

Quem sofre bullying de qualquer uma dessas formas leva isso para a vida inteira, ou não. Muitas vezes, para acabar com isso, também agride ou fere a pessoa de modo mais grave do ela lhe atingiu.

O bullying é um problema hoje por estar acontecendo em locais educacionais. Ele poderia diminuir se as pessoas se conscientizassem através de palestras ou recebendo punições maiores quando o cometessem.

Cleiton Duarte – 8ª série
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Vacina Antibullying


Bullying é todo tipo de violência verbal e/ou física que acontece frequentemente. Hoje em dia, ele é bastante comum na comunidade escolar. É um assunto muito polêmico porque quem pratica acha uma simples brincadeira, mas na verdade quem sofre não acha absolutamente graça nenhuma.

Os casos mais frequentes de bullying presentes em nosso dia a dia são: apelidos, tapas, socos, chutes, empurrões, ameaças, chantagens, racismo, etc.

Normalmente os adolescentes praticam o bullying sem motivo, simplesmente pelo “prazer” de rir de alguém.

As consequências para quem sofre bullying são devastadoras. Será que você gostaria de sentir tristeza, ódio, medo, mágoa ou rancor de alguém?

Enfim, o bullying é todo tipo de violência física ou verbal que acontece constantemente. Ele é um problema porque a vítima não recebe apelidos, por exemplo, uma única vez, mas várias vezes. Para acabar com ele, podemos fazer algo muito simples, que é dar exemplos: não apelidar pessoas, não praticar nenhum outro tipo de agressão verbal e/ou física, pois somos o espelho de nossos irmãos, primos e demais pessoas que vivem ao nosso redor.

Michele de Paula Camargo – 7ª série (Turma 72)
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Bullying


Bullying é qualquer tipo de agressão frequente (moral e física, entre outras) que normalmente ocorre em escolas ou em lugares frequentados por jovens. Seu “elenco” é: agressor, vítima e plateia.

Colocar apelidos (com intenção de ofender), intimidar e agredir são os casos mais frequentes de bullying.

Uma pessoa pode praticá-lo por vários motivos: querer ser mais popular, botar medo, descontar nos outros agressões que sofre em casa ou já sofreu algum dia, etc.

A pessoa agredida pode ficar depressiva, traumatizada e até cometer suicídio. Pode acontecer também de “virar o jogo”, passando a agredir alguém com o mesmo perfil dela (tímida e quieta). Mas fazer isso é a prova de que o problema ainda não foi superado.

O bullying é um problema por trazer traumas insuperáveis à vida de uma pessoa. Para acabar com o problema, a vítima dessa agressão deve comunicar seus pais, um professor ou mesmo o diretor da sua escola. Quem pratica bullying deve ser atendido por psicólogo ou sofrer punições por seus atos.

Jennifer L. 7ª série (Turma 71)












segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Direito Humanos

HOMENAGEM ÀS CRIANÇAS

Convencionou-se que 12 de outubro é o Dia das Crianças. No entanto, essa data é uma exclusividade brasileira. A China e o Japão escolheram 5 de maio. Portugal, 1º de junho. E a maioria dos países elegeu 20 de novembro porque, nesse dia, em 1959, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a Declaração Universal dos Direitos da Criança. A homenagem brasileira foi estabelecida em 1924, por decreto do então presidente Arthur Bernardes. Mas só começou a ser festejada nacionalmente a partir da década de 60, quando duas empresas de São Paulo, a Brinquedos Estrela e a Johnson & Johnson, decidiram invocá-la para aumentar as vendas de seus produtos infantis. A iniciativa se mostrou tão acertada que outras marcas famosas acompanharam a estratégia. Hoje, por extensão, consideramos outubro o mês das crianças.
J. A. Dias Lopes

Comércio à parte, vale trabalhar com as crianças e adolescentes esta data,  debater o atual consumismo e claro, os Direitos e Deveres de todo e qualquer ser humano.

Declaração dos Direitos da Criança

1º Princípio – Todas as crianças são credoras destes direitos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, condição social ou nacionalidade, quer sua ou de sua família.


2º Princípio – A criança tem o direito de ser compreendida e protegida, e devem ter oportunidades para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. As leis devem levar em conta os melhores interesses da criança.

3º Princípio – Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade.

4º Princípio – A criança tem direito a crescer e criar-se com saúde, alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas, e à mãe devem ser proporcionados cuidados e proteção especiais, incluindo cuidados médicos antes e depois do parto.

5º Princípio - A criança incapacitada física ou mentalmente tem direito à educação e cuidados especiais.

6º Princípio – A criança tem direito ao amor e à compreensão, e deve crescer, sempre que possível, sob a proteção dos pais, num ambiente de afeto e de segurança moral e material para desenvolver a sua personalidade. A sociedade e as autoridades públicas devem propiciar cuidados especiais às crianças sem família e àquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

7º Princípio – A criança tem direito à educação, para desenvolver as suas aptidões, sua capacidade para emitir juízo, seus sentimentos, e seu senso de responsabilidade moral e social. Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais. A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

8º Princípio - A criança, em quaisquer circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber proteção e socorro.

9º Princípio – A criança gozará proteção contra quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração. Não deve trabalhar quando isto atrapalhar a sua educação, o seu desenvolvimento e a sua saúde mental ou moral.

10 º Princípio – A criança deve ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.

Fonte: http://www.portaldafamilia.org.br/

Atividade a partir dos princípios acima citados: montar um livro e as crianças ilustrarem cada princípio (estes devem estra dispostos página por página).

Recomendo: 
Livro "Declaração Universal dos Direitos Humanos", de Ruth Rocha e Otavio Roth.
"Os Direitos das Crianças", de Ruth Rocha.
Sites: http://www.direitosdacrianca.org.br/
http://www.culturabrasil.pro.br/direitosdacrianca.htm
http://www.forumdca.org.br/