quarta-feira, 3 de março de 2010

A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL

Olá a todos!!!!! Recebi este endereço e quero compartilhá-lo com vocês. Já passei por lá e adorei!!!
A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL.
PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA!!!
     Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos OS tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

    Tem, sobretudo, carácter patrimonial”, antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "Com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês,inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".
    Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562", explicou Abid.
    Os tesouros incluem o Hyakumanto darani, um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado O primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando O mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos Latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.
    Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS. A biblioteca começa Com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e
ilustrações.
   Como se acede ao sítio global?
   Embora seja apresentado oficialmente na sede DA UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:
http://www.wdl.org/
    O acesso é gratuito e OS usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registrarem.
     Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originas existam na sua língua original.
    Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe O Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-Los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cómoda e minuciosa.
    Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo;
    O original das "Fábulas" de Lafontaine, O primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.
     Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:
           América Latina e Médio Oriente. Isso se deve à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.
     A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e actualmente contém 11 milhões de documentos em linha.
    Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além DA incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.”